A-Q-U-E-L-E compilado de coisas legais (na minha opinião, claro).

Olar 🙂

Todo começo de ano é a mesma coisa, prometo que vou postar mais e acabo não postando tanto assim. Mas, como sou brasileira e não desisto nunca. 2017 chegou, cheio de feriado, boa vontade (ok que o mundo está bastante louco e doente) mas, bora lá espalhar coisas boas.

Esse post do BuzzFeed faz parte de uma série que eles postam todo mês e eu adoro! Essa última edição tem bastante coisa que eu já testei e gostei também, então, fica a dica =)

Louca do café que sou, comprei mais uma máquina de café. Já tinha a Senseo que eu gostava bastante, mas sempre cobicei a Nespresso  e puff, peguei uma com os pontos do meu cartão <3. Com alguns meses de uso, descobri o Nespresso Expertise Club. Para quem mora em São Paulo, a Nespresso tem um lugarzinho fofura no Jardins onde, quem está inscrito no site (é gratuito) pode fazer cursos super legais de café, drinks, harmonizações e experimentar todos os crus da marca. E, pra quem não mora em SP, vale fuçar no site porque tem MUITA coisa legal 🙂

O que é esse último (outubro/2016) album/cd/conjunto de músicas do Kings of Leon? Estou mega viciada e ouvindo faz uns dois meses <3 ah, a música que intitula o album é a minha preferida 🙂

Eu adoro documentários e assisti dois no Youtube nesses últimos tempos que são incríveis e sim, são sobre feminismo, gênero e/ou violência contra a mulher. Entretodos: quem matou Eloá é um compilado sobre o caso de 2009 que foi mega televisionado e com uma violência romantizada (oi?) e o Precisamos falar com os homens? Uma jornada pela igualdade de gênero: são 50 minutos sobre igualdade de gênero, sermos iguais, homens e mulheres, sobre sentimento, ser feliz e livre.

A minha tatuadora linda que fez o Otto (o polvo da foto aí embaixo) e mais outros três rabiscos lindos em mim (e vai fazer mais em breve). Agradecimento a miga Camila pela foto concedida.

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E é isso 🙂

Muah*

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Daqueles filmes que a gente sempre vê…

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Tem alguns filmes que eu faço questão de assistir uma vez por ano (pelo menos) e Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças é um deles.

Brilho eterno é um filme de 2004 que conta a história de Joel e Clementine (Jim Carey e Kate Winslet) e não, não é uma história com final feliz. Os dois personagens tem personalidades bastante complexas, o que faz com a dinâmica deles seja bastante intensa. Alguns anos se passam e eles não conseguem fazer com que o relacionamento seja saudável para nenhum dos dois. E é aí que tudo desanda.

Clementine decide se submeter à um tratamento experimental que apaga da memória seus momentos com Joel. Ainda apaixonada e totalemente no escuro do que Clementine fez, ele entra em um estado de depressão e acaba se submetendo ao mesmo procedimento.

A história se desenrola em trechos de memórias da história do casal que são mostrados durante o procedimento de Joel e no momento em que ele desiste do experimento, que resulta em uma bagunça mental onde Clementine é inserida em memórias onde ela não participava antes.

Parece e é um filme complexo. A atuação de Jim Carey em um filme dramático é incrível e, pra mim, é meu momento preferido dele (não consigo gostar de nenhum filme de comédia dele). E a Kate, ah a Kate! A atuação dela é sensacional.

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Tem uma lista de coisas que fizeram com que esse filme entrasse para a lista de “filmes que eu tenho que assistir uma vez por ano”:

  • Foge do clichê de histórias romanticas com finais felizes
  • A trilha sonora conversa com o filme de uma maneira incrível
  • A fotografia é linda
  • As quotes do filme <3 

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Muah*

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Sobre a vida…

Queria saber escrever bonito, usar mil palavras confusas e incomuns para descrever meus sentimentos e cenas que acontecem na minha vidinha. (Sim, vidinha, porque não tem nada de extraordinário). 

Mas, considerando o cenário atual da minha vida, eu só queria conseguir descrever e ponto.

Já falei algumas vezes na terapia que escrever me acalma, que escrever é a válvula de escape para todas as coisas que me incomodam, que estão lá no fundo da minha mente sempre que penso em fazer e/ou faço algo novo. Mas, por algum motivo que eu desconheço, faz um tempo que eu não consigo exteriorizar o que se passa comigo. E tem TANTA coisa para tirar aqui de dentro.

Talvez por não ter mais uma saída eu tenho estado mais irritadiça, mais sem paciência e mais ácida que nunca. E peço desculpas para todos que tem que me aguentar (inclusive eu).

A questão é que eu só percebo (quando percebo) a intensidade das coisas que eu faço e falo depois que eu fiz.

É um tanto difícil aceitar e reconhecer que a gente tem um comportamento destrutivo, mas acho que esse é o primeiro passo. Agora vem a parte complicada, mudar.

ps: considerando que eu fiz um post, que eu escrevi um tico e que eu dei um passo, eu me dou um parabéns mental *yeeey*

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Largando as “muletas”.

A vida tem dessas de querer te fazer aprender lições das maneiras mais difíceis, acho desnecessário >.<

A gente se isola, deixa de fazer as coisas que mais gosta, perde um pouco da nossa identidade simplesmente por não ter certeza de quem a gente é mais. Nesse caminho a nossa mente encontra as desculpas mais esfarrapadas do mundo para continuar nessa bolha escura, essa bolha quentinha, essa zona de conforto onde mesmo estando ruim a gente acha que é isso que a gente merece e fica lá, inerte.

Tenho tentando (e nem sempre com sucesso) largar as minhas “muletas”, não quero mais estar inerte, não quero mais acreditar nas minhas desculpas esfarrapadas e o primeiro passo é voltar a fazer coisas que sempre me fizeram feliz, no caso, blogar \o.

Sem pauta, sem compromisso, sem obrigação… só amor por algo que eu faço desde que me conectei pela primeira vez na rede mundial de computadores <3

Nesse meio tempo preciso de ideias, preciso me manter motivada e tem um grupo no Facebook que tem me ajudado bastante, o ROTAROOTS <3
Pela definição deles mesmo: “O Rotaroots surgiu entre amigos blogueiros de longa data como objetivo de se motivarem a manterem um número de atualizações em seus respectivos blogs e principalmente, de resgatar aquela paixão em manter seus diários virtuais”.

E é isso que eu precisava 🙂

Muah*

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Sobre arrependimentos

Devolve, devolve o tempo que eu perdi planejando essa pequena aventura.

Demorou algumas semanas para bater o arrependimento.

Fazia tempo que ele não aparecia por aqui, não é comum ele dar as caras depois de tantas trapalhadas causadas por atitudes impensadas. Ah, a impulsividade! Minha melhor amiga, que me me mete nas maiores confusões disfarçadas de grandes aventuras e incríveis experiências.

Na maioria das vezes as aventuras/experiências proporcionadas pela impulsividade nunca causam grandes transtornos, no máxima uma dor de cabeça aqui e ali, um aprendizado um tico mais dolorido, mas nada grandioso. Sei lidar bem com as reações das minhas ações.

Até agora.

É, bateu o primeiro arrependimento do ano.

Ok, veio da ação de 2014, achei que tivesse saído ilesa, mas não, veio que veio “quicando”

Passa, como todos os outros arrependimentos já passaram.

Fica a experiência.

Fica a lição. Ou não.

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Sobre medos e expectativas.

me conta seus segredos e defeitos? As qualidades eu já vejo e os pontos fracos eu quero descobrir.

eu tenho medo do que tá escondido, das segundas intenções que não são “aquelas” segundas intenções. Tenho medo do que tem atrás do muro, o que foi jogado pra debaixo do tapete, o que você não mostra pra ninguém.

me mostra o seu que eu te mostro o meu. Pode levar um tempo, eu sei.
Veja bem, é complicado.
A gente sobe muros por desespero e não quer vê-los derrubados. Sim, muros, no plural mesmo.

São tantos casos e descasos que um só não é suficiente pra guardar o que tem dentro da gente. Não é pra qualquer um ver, eu nem deveria estar disposta a mostrar pra você. Mas eu sou teimosa e cabeça dura, muitas vezes imatura, e cismo em enxergar uma luz no fim do túnel que mais ninguém vê.

Olho pra você e te vejo complicado, mas e daí? O fácil nunca foi o caminho esperado..
Então tá, é isso. Será que te convenci a me mostrar o que os outros não podem ver? Tá bom, eu espero. Fica tranquilo.

Se tem algo que eu aprendi nessa vida é que: paciência tem ser cultivada, tudo tem seu tempo e não adianta acelerar.

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Sobre entender a hora de desistir…

Underneath it all, I’m held captive
By the hallowed sight
I’ve been holding back by the feeling
You might change your mind

nunca é fácil desistir de algo/alguém que você quer.
às vezes, sem nem mesmo ter tido um momento de apreciação, de saber como é ter o objeto de desejo junto de si.
e aí que começa a martelar a pergunta na sua cabeça, quando desistir? devemos esperar um sinal divino?
“se aquele alien cruzar a rua, é porque eu devo insistir!” ou “se o farol ficar verde antes de eu reduzir para a segunda, é um sinal pra eu continuar tentando”.

no fundo a gente saber que a cada nova decepção, é um motivo a mais pra desistir. aí você só vai aumentando a coluna de contras, enquanto a coluna de prós é toda baseada em coisas que você projeta e não em ações concretas.

essa lista, você olha pra ela todos os dias, você tenta decorar (e decora), mas na hora de usar, na hora de colocar em prática… você ignora o bom senso e se joga de cabeça em um mar de contras.

contra o bom senso
contra o fácil
contra o não que você ouviu algumas vezes
contra o seu orgulho
contra o que você acha certo
contra o tudo e a favor do nada…

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